O mito do ownership: Quando todos são “donos”, ninguém é responsável

O mito do ownership: Quando todos são “donos”, ninguém é responsável

deBernt deBernt

O discurso do ownership ganhou força nas empresas, mas seu uso excessivo tem gerado confusão de papéis, sobrecarga emocional e falhas de governança. O artigo analisa por que autonomia sem estrutura esvazia a responsabilidade real e compromete a saúde organizacional.

O limite da automação: Por que a decisão humana ainda é insubstituível na era da IA

O limite da automação: Por que a decisão humana ainda é insubstituível na era da IA

deBernt deBernt

A inteligência artificial deixou de ser explícita e passou a operar como uma camada invisível nas decisões organizacionais. A partir de artigo publicado na HSM Management, o texto analisa como a IA amplia eficiência, mas também cria riscos de complacência, alucinações e perda de discernimento. Em um cenário de automação crescente, a governança e a decisão humana seguem como elementos insubstituíveis para sustentar responsabilidade, clareza estratégica e impacto de longo prazo.

Encantar como estratégia: o poder da experiência no ambiente corporativo

Encantar como estratégia: o poder da experiência no ambiente corporativo

deBernt deBernt

A experiência no ambiente corporativo tornou-se uma variável estratégica de impacto direto em engajamento, produtividade e retenção. Com base em estudo global da Sodexo e artigo publicado na HSM Management, o conteúdo analisa como a hospitalidade corporativa, a conveniência e a cocriação redefinem o papel do escritório, transformando o trabalho em uma jornada de experiências que sustenta resultados e inspira permanência.

A nova infraestrutura invisível: como a Gen AI integrada ao software vai redefinir estratégias até 2026

A nova infraestrutura invisível: como a Gen AI integrada ao software vai redefinir estratégias até 2026

deBernt deBernt

A Deloitte prevê que, até 2026, a Gen AI integrada ao software superará com folga o uso de aplicativos autônomos, tornando-se infraestrutura invisível de operações, experiências digitais e decisões corporativas. O artigo analisa a transformação prevista, seus impactos estratégicos, os riscos de governança e as adaptações que empresas precisarão conduzir para capturar valor em escala.

Ctrl + v: O risco de copiar modelos de gestão

Ctrl + v: O risco de copiar modelos de gestão

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O artigo analisa por que copiar modelos de gestão pode fragilizar a cultura organizacional e comprometer a estratégia. Com base em insights publicados na HSM Management, explora como empresas precisam construir uma cultura autêntica, alinhada ao propósito, à maturidade do time e ao contexto do negócio.

PIB de 2025 expõe um 2026 de cautela: Eficiência e disputa por líderes de alto impacto

PIB de 2025 expõe um 2026 de cautela: Eficiência e disputa por líderes de alto impacto

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O PIB de 2025 sinaliza um cenário de desaceleração econômica que deve marcar 2026 com maior cautela, seletividade e foco em eficiência. O mercado de lideranças entra em uma fase mais estratégica, com valorização de executivos capazes de gerar impacto direto, sustentar resultados e orientar decisões em ambientes de baixa tração econômica.

Quando mudar é inevitável: As 5 maneiras pelas quais as organizações podem se reinventar com propósito

Quando mudar é inevitável: As 5 maneiras pelas quais as organizações podem se reinventar com propósito

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Artigo analítico sobre como empresas e líderes podem se reinventar preservando propósito e valores. A partir de especialistas da Harvard Business Review, o texto aborda cinco princípios de adaptabilidade estratégica em ambientes complexos.

O mito da mudança linear: Como conduzir mudanças realistas em contextos complexos e dinâmicos

O mito da mudança linear: Como conduzir mudanças realistas em contextos complexos e dinâmicos

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O Estuarine Mapping apresenta uma abordagem pragmática para avaliar a viabilidade de mudanças em ambientes complexos. Baseado em energia e tempo, o modelo substitui o planejamento idealizado por estratégias realistas, fortalecendo governança, adaptação e clareza estratégica.

Os pontos cegos que acompanham o ciclo de vida de um CEO

Os pontos cegos que acompanham o ciclo de vida de um CEO

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Artigo analítico que explora como a jornada de um CEO se desenrola em quatro “estações” e por que cada fase traz pontos cegos específicos. A partir de estudo da McKinsey, o texto examina riscos de complacência, excesso de confiança, perda de clareza estratégica e desafios de sucessão, destacando padrões das lideranças que performam acima da média.

Liderar em tempos de inteligência artificial: Pessoas como diferencial estratégico

Liderar em tempos de inteligência artificial: Pessoas como diferencial estratégico

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Análise baseada no artigo de Valeria Oliveira sobre a liderança na era da inteligência artificial. O texto mostra por que a verdadeira transformação digital depende de consciência humana, maturidade emocional e governança responsável, destacando a liderança híbrida como diferencial competitivo.

Segmentação de mercado: O antes e o depois da IA

Segmentação de mercado: O antes e o depois da IA

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Análise baseada no artigo de Rodrigo Magnago sobre por que a segmentação de mercado continua sendo uma disciplina analógica e estratégica, anterior à automação. O texto explica como pensamento multidimensional, hipóteses estruturadas e integração de dados sustentam decisões competitivas antes da IA.

Orçamento e governança: O que diferencia um exercício de controle de um instrumento de estratégia

Orçamento e governança: O que diferencia um exercício de controle de um instrumento de estratégia

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Análise baseada no artigo de Darcio Zarpellon sobre como o orçamento, quando tratado como instrumento estratégico, fortalece governança, disciplina de capital e coerência entre propósito e execução. O texto destaca tendências recentes, o papel dos conselhos e a relevância do OBZ como ferramenta de revisão estratégica.

Por que a rotatividade de CEOs está aumentando em 2025

Por que a rotatividade de CEOs está aumentando em 2025

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Análise baseada no artigo publicado na Harvard Business Review por Brian Campbell, Ariane Marchis-Mouren, Greg Arnold e Chuck Gray, sobre o aumento da rotatividade de CEOs em 2025. O texto mostra por que empresas de alto desempenho também promovem transições proativas e como conselhos utilizam a sucessão como ferramenta estratégica diante de volatilidade e transformação digital.

Gerenciando a incerteza: Como líderes constroem confiança em tempos de volatilidade global

Gerenciando a incerteza: Como líderes constroem confiança em tempos de volatilidade global

deBernt deBernt

Análise baseada em estudo de Sandra J. Sucher, da Harvard Business School, e David M. Bersoff, do Edelman Trust Institute, sobre como líderes podem construir confiança em tempos de incerteza econômica. O artigo apresenta três estratégias para reduzir a ansiedade dos stakeholders, aumentar previsibilidade e fortalecer relações corporativas.

A solidão das posições estratégicas: como líderes podem dividir dúvidas e decisões no topo

A solidão das posições estratégicas: como líderes podem dividir dúvidas e decisões no topo

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A solidão nas posições de liderança estratégica compromete decisões e aumenta o risco organizacional. Com base no artigo de Rubens Pimentel, CEO da Trajeto Desenvolvimento Empresarial, o texto analisa por que líderes no topo enfrentam isolamento e como Rodas Estratégicas e grupos de pares fortalecem governança, clareza e tomada de decisão.

O que os executivos ainda entendem errado sobre a IA

O que os executivos ainda entendem errado sobre a IA

deBernt deBernt

Adotar IA não é o mesmo que se reinventar. O artigo analisa por que 95% dos projetos de inteligência artificial fracassam e mostra, com casos de Kodak, Fujifilm, Shutterstock e Walmart, como o verdadeiro diferencial competitivo está na reinvenção estratégica e na criação de novos ecossistemas de valor.

Isso não é “alta performance”: A cultura do excesso está nos adoecendo?

Isso não é “alta performance”: A cultura do excesso está nos adoecendo?

deBernt deBernt

A cultura da exaustão ainda é tratada como sinônimo de produtividade, mas seus efeitos silenciosos estão adoecendo profissionais e enfraquecendo empresas. O artigo propõe uma nova visão de alta performance, baseada no equilíbrio entre metas e bem-estar, e no papel das lideranças em promover ambientes sustentáveis e saudáveis.

As armadilhas que comprometem o planejamento de sucessão do CEO

As armadilhas que comprometem o planejamento de sucessão do CEO

deBernt deBernt

Artigo baseado em estudo da Harvard Business Review revela as dez principais armadilhas que comprometem o planejamento de sucessão do CEO, e mostra como o CHRO pode garantir clareza, estrutura e confiança ao processo.

Entre o discurso e a prática: o verdadeiro gap da liderança moderna

Entre o discurso e a prática: o verdadeiro gap da liderança moderna

deBernt deBernt

A liderança evolui de modelos hierárquicos para culturas baseadas em confiança, coerência e adaptabilidade. O artigo de Aline Rigo, Partner na deBernt, reflete sobre o gap entre discurso e prática e mostra como transformar desenvolvimento em identidade organizacional.

O poder da autoliderança: o elo entre gestão equilibrada e performance sustentável

O poder da autoliderança: o elo entre gestão equilibrada e performance sustentável

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O artigo reflete sobre o novo equilíbrio da liderança e a importância da autoliderança como diferencial competitivo. Mostra como o autoconhecimento e a coerência fortalecem a confiança, o engajamento e a performance nas organizações.

Liderança Adaptativa em Tempos de Complexidade

Liderança Adaptativa em Tempos de Complexidade

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O artigo analisa o papel da liderança adaptativa em um contexto de instabilidade e mudança constante. Destaca comportamentos e competências que diferenciam líderes capazes de transformar incerteza em aprendizado e estratégia.

Transições de Liderança: como superar gargalos e preparar líderes para o futuro

Transições de Liderança: como superar gargalos e preparar líderes para o futuro

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O artigo aborda o conceito de transições críticas de liderança, destacando como a falta de preparo entre os níveis operacional, tático e estratégico gera gargalos de gestão, perda de talentos e risco de descontinuidade. Aline Rigo, Partner na deBernt, propõe práticas estruturadas para garantir continuidade e sucessão executiva como ativo estratégico.

Como CEOs de alta performance fazem da “pressão” uma vantagem competitiva

Como CEOs de alta performance fazem da “pressão” uma vantagem competitiva

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Os melhores CEOs transformam pressão em direção ao operar, ao mesmo tempo, nas frentes interna, externa e de governança. Com quatro práticas, converter conversas em dados, sistematizar confiança, evitar viés da “aposta que está ganhando” e abrir decisões com perguntas difíceis, eles detectam tensão cedo e reequilibram o foco antes que a crise chegue.

Os cinco princípios do CEO que constrói valor

Os cinco princípios do CEO que constrói valor

deBernt deBernt

CEOs de empresas como Amazon, Danaher, RELX e Toyota mostram que a excelência operacional é o novo diferencial competitivo. Ao unirem estratégia e execução, esses líderes ensinam suas equipes a pensar sistematicamente e a entregar valor real ao cliente.