Liderança externa: Como atuar em culturas organizacionais consolidadas
Executivos que assumem posições de liderança em organizações com culturas tradicionais enfrentam desafios que vão além da estratégia formal. Este artigo analisa como líderes que chegam de fora podem construir influência, gerar impacto e conduzir mudanças sem romper com a história e os valores da organização. A partir de reflexões recentes da Harvard Business Review, o conteúdo explora o papel da leitura cultural, do alinhamento ao propósito e do uso estratégico da perspectiva externa como fatores decisivos para o sucesso executivo em ambientes organizacionais consolidados.
Alinhamento estratégico: O ponto cego dos líderes
Apesar de amplamente reconhecido como essencial, o alinhamento estratégico ainda falha em muitas organizações. Inspirado em análise publicada na Harvard Business Review em 2026, este artigo explora os principais erros de liderança que levam ao desalinhamento e mostra por que tratar alinhamento como disciplina contínua é decisivo para o desempenho empresarial.
A armadilha da performance contínua: por que ninguém consegue estar no auge o tempo todo
A exigência de alta performance contínua tem se tornado uma armadilha silenciosa nas organizações. Ao confundir intensidade com excelência, muitas empresas acabam criando ambientes de exaustão, queda de engajamento e aumento de turnover. O artigo analisa por que ninguém consegue operar no auge o tempo todo, os sinais de uma cultura insustentável e como organizações mais maduras estruturam ritmos que preservam desempenho, saúde e resultados no longo prazo.
Prospecção estratégica: O que as empresas que se destacam fazem de diferente
Empresas que se destacam na prospecção estratégica transformam incerteza em vantagem ao estruturar processos e mentalidade. Com base em pesquisa com 500 organizações, o artigo da Harvard Business Review mostra que líderes combinam dois tipos de incógnitas, previsíveis e imprevisíveis, operam em dois horizontes de tempo, tempo real e longo prazo, e colocam dados acima de intuição para orientar decisões estratégicas em 2026.
O novo critério de decisão executiva: Como os executivos estão pensando sobre IA em 2026
Resumo SEO
Pesquisa da Harvard Business Review mostra que executivos seguem otimistas com a inteligência artificial em 2026, apesar de desafios ligados à cultura, governança e preparo das pessoas. O estudo revela avanços na adoção, geração de valor e institucionalização da IA, ao mesmo tempo em que aponta a dimensão humana como principal obstáculo à transformação sustentável.
Reuniões com mecanismo de decisão: atitudes que realmente fazem diferença
Reuniões podem ser espaços de decisão e reconhecimento profissional quando são conduzidas com preparo, escuta ativa e colaboração inteligente. A partir de artigo publicado na HSM Management, analisamos como atitudes práticas elevam a qualidade dos encontros e tornam reuniões mecanismos reais de clareza e execução.
A Liderança com relevância: Às tendências determinantes em 2026
Em 2026, liderar com relevância exige interpretar sinais antes do consenso. A partir de artigo da HSM Management, o texto analisa tendências que tendem a definir a liderança contemporânea: saúde social como base do desempenho, colaboração intergeracional, habilidades pós-IA, estratégia adaptativa e a reconfiguração do trabalho como arquitetura organizacional. O diferencial competitivo migra do “plano fixo” para a capacidade de ajustar decisões com rigor, contexto e propósito.
O mito do ownership: Quando todos são “donos”, ninguém é responsável
O discurso do ownership ganhou força nas empresas, mas seu uso excessivo tem gerado confusão de papéis, sobrecarga emocional e falhas de governança. O artigo analisa por que autonomia sem estrutura esvazia a responsabilidade real e compromete a saúde organizacional.
O limite da automação: Por que a decisão humana ainda é insubstituível na era da IA
A inteligência artificial deixou de ser explícita e passou a operar como uma camada invisível nas decisões organizacionais. A partir de artigo publicado na HSM Management, o texto analisa como a IA amplia eficiência, mas também cria riscos de complacência, alucinações e perda de discernimento. Em um cenário de automação crescente, a governança e a decisão humana seguem como elementos insubstituíveis para sustentar responsabilidade, clareza estratégica e impacto de longo prazo.
Encantar como estratégia: o poder da experiência no ambiente corporativo
A experiência no ambiente corporativo tornou-se uma variável estratégica de impacto direto em engajamento, produtividade e retenção. Com base em estudo global da Sodexo e artigo publicado na HSM Management, o conteúdo analisa como a hospitalidade corporativa, a conveniência e a cocriação redefinem o papel do escritório, transformando o trabalho em uma jornada de experiências que sustenta resultados e inspira permanência.
A nova infraestrutura invisível: como a Gen AI integrada ao software vai redefinir estratégias até 2026
A Deloitte prevê que, até 2026, a Gen AI integrada ao software superará com folga o uso de aplicativos autônomos, tornando-se infraestrutura invisível de operações, experiências digitais e decisões corporativas. O artigo analisa a transformação prevista, seus impactos estratégicos, os riscos de governança e as adaptações que empresas precisarão conduzir para capturar valor em escala.
Ctrl + v: O risco de copiar modelos de gestão
O artigo analisa por que copiar modelos de gestão pode fragilizar a cultura organizacional e comprometer a estratégia. Com base em insights publicados na HSM Management, explora como empresas precisam construir uma cultura autêntica, alinhada ao propósito, à maturidade do time e ao contexto do negócio.
PIB de 2025 expõe um 2026 de cautela: Eficiência e disputa por líderes de alto impacto
O PIB de 2025 sinaliza um cenário de desaceleração econômica que deve marcar 2026 com maior cautela, seletividade e foco em eficiência. O mercado de lideranças entra em uma fase mais estratégica, com valorização de executivos capazes de gerar impacto direto, sustentar resultados e orientar decisões em ambientes de baixa tração econômica.
Quando mudar é inevitável: As 5 maneiras pelas quais as organizações podem se reinventar com propósito
Artigo analítico sobre como empresas e líderes podem se reinventar preservando propósito e valores. A partir de especialistas da Harvard Business Review, o texto aborda cinco princípios de adaptabilidade estratégica em ambientes complexos.
O mito da mudança linear: Como conduzir mudanças realistas em contextos complexos e dinâmicos
O Estuarine Mapping apresenta uma abordagem pragmática para avaliar a viabilidade de mudanças em ambientes complexos. Baseado em energia e tempo, o modelo substitui o planejamento idealizado por estratégias realistas, fortalecendo governança, adaptação e clareza estratégica.
Os pontos cegos que acompanham o ciclo de vida de um CEO
Artigo analítico que explora como a jornada de um CEO se desenrola em quatro “estações” e por que cada fase traz pontos cegos específicos. A partir de estudo da McKinsey, o texto examina riscos de complacência, excesso de confiança, perda de clareza estratégica e desafios de sucessão, destacando padrões das lideranças que performam acima da média.
Liderar em tempos de inteligência artificial: Pessoas como diferencial estratégico
Análise baseada no artigo de Valeria Oliveira sobre a liderança na era da inteligência artificial. O texto mostra por que a verdadeira transformação digital depende de consciência humana, maturidade emocional e governança responsável, destacando a liderança híbrida como diferencial competitivo.
Segmentação de mercado: O antes e o depois da IA
Análise baseada no artigo de Rodrigo Magnago sobre por que a segmentação de mercado continua sendo uma disciplina analógica e estratégica, anterior à automação. O texto explica como pensamento multidimensional, hipóteses estruturadas e integração de dados sustentam decisões competitivas antes da IA.
Orçamento e governança: O que diferencia um exercício de controle de um instrumento de estratégia
Análise baseada no artigo de Darcio Zarpellon sobre como o orçamento, quando tratado como instrumento estratégico, fortalece governança, disciplina de capital e coerência entre propósito e execução. O texto destaca tendências recentes, o papel dos conselhos e a relevância do OBZ como ferramenta de revisão estratégica.
Por que a rotatividade de CEOs está aumentando em 2025
Análise baseada no artigo publicado na Harvard Business Review por Brian Campbell, Ariane Marchis-Mouren, Greg Arnold e Chuck Gray, sobre o aumento da rotatividade de CEOs em 2025. O texto mostra por que empresas de alto desempenho também promovem transições proativas e como conselhos utilizam a sucessão como ferramenta estratégica diante de volatilidade e transformação digital.
Gerenciando a incerteza: Como líderes constroem confiança em tempos de volatilidade global
Análise baseada em estudo de Sandra J. Sucher, da Harvard Business School, e David M. Bersoff, do Edelman Trust Institute, sobre como líderes podem construir confiança em tempos de incerteza econômica. O artigo apresenta três estratégias para reduzir a ansiedade dos stakeholders, aumentar previsibilidade e fortalecer relações corporativas.
A solidão das posições estratégicas: como líderes podem dividir dúvidas e decisões no topo
A solidão nas posições de liderança estratégica compromete decisões e aumenta o risco organizacional. Com base no artigo de Rubens Pimentel, CEO da Trajeto Desenvolvimento Empresarial, o texto analisa por que líderes no topo enfrentam isolamento e como Rodas Estratégicas e grupos de pares fortalecem governança, clareza e tomada de decisão.
O que os executivos ainda entendem errado sobre a IA
Adotar IA não é o mesmo que se reinventar. O artigo analisa por que 95% dos projetos de inteligência artificial fracassam e mostra, com casos de Kodak, Fujifilm, Shutterstock e Walmart, como o verdadeiro diferencial competitivo está na reinvenção estratégica e na criação de novos ecossistemas de valor.
Isso não é “alta performance”: A cultura do excesso está nos adoecendo?
A cultura da exaustão ainda é tratada como sinônimo de produtividade, mas seus efeitos silenciosos estão adoecendo profissionais e enfraquecendo empresas. O artigo propõe uma nova visão de alta performance, baseada no equilíbrio entre metas e bem-estar, e no papel das lideranças em promover ambientes sustentáveis e saudáveis.