Liderança em tempos de ansiedade: como manter equipes engajadas

A ansiedade no ambiente corporativo ameaça engajamento e inovação. Segundo a Harvard Business Review, líderes que comunicam propósito claro, que vivem valores na prática e mantêm a calma sob pressão, conseguem transformar incertezas em confiança e motivação coletiva.
Como construir equipes de alto desempenho: a cultura dos últimos 8%

Equipes de alto desempenho dependem da coragem para enfrentar verdades difíceis e da conexão para gerar confiança. A pesquisa sobre a “cultura dos últimos 8%”, publicada na Harvard Business Review, mostra que times de sucesso são aqueles que unem cuidado humano e coragem para arriscar, transformando feedback, inovação e colaboração em vantagem estratégica.
Quando a estratégia vira apenas fachada: o alerta contra o strategy washing

Este artigo analisa como o strategy washing, a prática de maquiar planos operacionais como se fossem estratégia, ameaça a capacidade de inovação e adaptação das empresas. Com insights de Lilian Cruz e referências a Rita McGrath, mostramos por que a estratégia deve ser dinâmica, interativa e baseada em aprendizado contínuo, e não apenas em KPIs e apresentações formais.
Captação de recursos: Por que o timing é tão importante quanto o valor para as startups

Pesquisa recente revela que captar investimentos cedo demais pode limitar a inovação das startups. O estudo analisou 11.853 empresas e concluiu que o momento do aporte, o perfil do investidor e a liberdade para experimentar são fatores críticos para o sucesso e a sustentabilidade do negócio.
IA e power skills: Como essa nova aliança pode transformar liderança e produtividade

A automação está transformando o trabalho e colocando as habilidades humanas no centro das estratégias corporativas. Comunicação, criatividade, pensamento crítico e liderança são as novas competências-chave para gestores e equipes. Saiba como a IA potencializa esse movimento e por que líderes precisam repensar o desenvolvimento de talentos para criar times mais engajados, produtivos e preparados para o futuro.
Como a arquitetura de profissionais está redefinindo o mundo corporativo

A “Arquitetura de profissionais” propõe substituir o modelo único de contratação por uma orquestração estratégica de competências, integrando CLT, TaaS, consultorias e freelancers. O conceito, defendido por Cris Sabbag, COO da Talento Sênior, amplia diversidade, promove inclusão geracional e aproveita melhor profissionais 50+. Mais que um contrato, é um pacto baseado em impacto, ética e colaboração, preparando empresas para o futuro do trabalho
O desafio do engajamento: Um alerta para líderes em 2025

Em 2025, apenas 32% dos profissionais nos EUA estão engajados em seu trabalho, segundo a Gallup, o que representa perdas anuais de US$ 2 trilhões. O estudo aponta quatro causas principais: fragilidade na cultura organizacional, falta de transparência da liderança, baixo investimento em recursos e falhas na gestão de desempenho. Líderes enfrentam pressão por mudanças em meio a transformações tecnológicas e volatilidade do mercado. A Gallup destaca que o engajamento deve ser tratado como um sistema de desempenho sustentado por cultura intencional, liderança visível e gestão contínua, com a esperança estratégica como elemento central para manter confiança e competitividade.
O custo invisível de liderar no nível errado: Como o pipeline de liderança explica o descompasso

Aline Rigo, sócia da deBernt, analisa como líderes desalinhados ao pipeline de liderança travam inovação e engajamento. Entenda o custo invisível de atuar no nível errado e como preparar transições eficazes para garantir resultados sustentáveis e fortalecer a competitividade.
IA e liderança: as decisões que moldarão a próxima década

Em 2025, a adoção da Inteligência Artificial no Brasil dobrou, com 25% das empresas já operando casos de uso e 67% considerando a tecnologia prioridade estratégica. Segundo Alfredo Pinto, sócio da Bain & Company, CEOs precisam se fazer cinco perguntas-chave: se estão acompanhando o ritmo da evolução, como a IA pode transformar o setor, como reforçar vantagens competitivas, como se preparar para mudanças estruturais e como liderar a transformação de forma ética. A ação rápida e estratégica é o diferencial para transformar potencial em impacto real e sustentável.
Como o repertório amplia a visão e o alcance da liderança

Liderar na nova economia exige mais do que estratégia: requer bagagem, vivências, aprendizados e conexões que ampliam a visão de mundo do líder. Em um cenário diverso e hiperconectado, apenas conhecimento técnico não garante competitividade. Exemplos como Satya Nadella e Edu Lyra mostram como propósito e sensibilidade potencializam o impacto da liderança. Essa base se constrói continuamente, unindo profundidade, visão de futuro e propósito real.